sábado, 28 de março de 2009

'O Vácuo'

O Vácuo

Às vezes, fico pensando, como tantas idéias saem, assim, num “estralo”(?). Nesse exato momento, mergulhado na madrugada...Fase do dia em que as ondas eletromagnéticas pulsam a todo vapor, não me localizo, não acho um “norte” a me guiar naquilo que, nos últimos anos, tem sido uma válvula de escape para os meus anseios, ou seja, as idéias me fogem para que eu possa “escrever” algo de bom no intuito de transmitir uma mensagem qualquer! Não para os outros, necessariamente, mas, para mim mesmo!
Puro estado de inércia que me faz vazio, insosso, insípido e sem razão. Será falta do que fazer...Ou falta daquilo que nem sei? Um desafio e tanto que, vez por outra, nos faz colocar em prática a grande capacidade de transpor a barreira da mediocridade, que se faz tão comum, pelo menos em minha rotina de vida. Para tanto, devo me resguardar e me limitar na crença de que nem tudo se pode, quando as expectativas passam a quilômetros de distância de nossas almas. Talvez, ao adormecer, eu encontre emoções que estejam em meus sonhos. Não sei ao certo...
...O que é certo é que NADA é tão certo!

Strange way to live!
That's way it's!

BMFº
03:40h
29/03/2009

domingo, 4 de janeiro de 2009

A Feliz Degustação de Um Prato Chamado Liberdade

Crônica da Semana - 04/01/2009
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A Feliz Degustação de Um Prato Chamado Liberdade

Ansio por liberdade a todo instante e a tenho, com toda certeza!
Sabemos que o melhor ‘do viver’ está nas coisas mais simples.
Algo que tem, desde sempre, me chamado a atenção, agora de forma mais intensa (não sei exatamente o porquê), é a alegria desta possibilidade do “ir e vir”, sem interferências...Sem obstáculos, sem cobranças, nem limites. É óbvio que não tem nada a ver com extravagâncias, onde a falta de bom-senso age absoluta. Não! Trata-se da felicidade de sentir um caminho ou uma estrada totalmente exposta à nossa escolha para o que se quer fazer e seguir. É o não se preocupar com quirelas que atrasam a evolução da alma. Ter a satisfação de poder gritar aos quatro ventos, no mais alto cume, o quanto é bom estar vivo.
O doce sabor de viver é experimentado de maneira suave pelo espírito, através da melhor das iguarias chamada “liberdade plena”.

BMFº
04/01/2009
10:48h

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Uma Implosão Pra Dentro de Si (A Pausa Para Pensar)

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Crônica da Semana – 11/11/2008

Uma Implosão Pra Dentro de Si (A Pausa Para Pensar)

Às vezes, parece cansativo, aos olhos de qualquer um, mas a questão de se levantar a cada tombo é sempre uma premissa. Diga-se de passagem, todos os dias vivemos situações diversas que nos põem à prova. Prova essa que nos desafia, só pra ver a nossa capacidade de discernimento diante das dificuldades. A “ralação” rotineira pela busca do sucesso pessoal traz um senso de repúdio à inércia que cercêia e que insiste em nos apunhalar como uma desculpa mais do que esfarrapada em não querer sair do lugar. Balela! – Se há “brio próprio”, então, por que parar? Não há justificativas, isso é certo; pelo menos, aos que tem o olhar sempre fixo à reta de chegada. Pode ser uma volta em círculo, vez por outra, mas, o mínimo de percepção e bom senso coloca, simplesmente, tudo no seu devido lugar e nesse caso, a reta de chegada passa do ciclo vicioso para algo visível no horizonte e a fluência na caminhada a maior das conquistas. Infelizmente, nem para todos é uma realidade, pois, aos mal intencionados, preguiçosos e pessimistas de plantão, as entrelinhas dessa crônica é mais do que uma proposta medíocre; é uma afronta! – Azar dos apologistas do contra. Aqui, sou mais um a tentar, quase que no desespero, mostrar a escada que leva ao topo. A vida é feita de constantes desafios e os obstáculos são, apenas, como uma porta com trincos que precisa de uma chave certeira pra ser aberta e se passar, com dignidade. Alias, dignidade é a pedra fundamental para os eleitos à vitória em qualquer condição que se possa encontrar. Sonhos se apresentam como válvula propulsora da máquina chamada perseverança e a crença nesse estado de ânimo é muito bem vinda. Basta ousadia! E ousadia não se compra em qualquer esquina dos 'pegue-e-pagues da vida' e sim, se adquire a cada volta por cima.
Esse Mundão “véio-de-guerra” não gira à toa, não! Muito pelo contrário, gira ao nosso favor! A humanidade precisa, com urgência, de mais vergonha na cara e pausar as queixas e choramingos tão comuns em nossas idas e vindas. Fala-se muito em Deus... – Óoh, meu Deus(!!) e na verdade, o grito de socorro feito de dentro pra fora é pura perda de tempo. É o inverso, caros amigos! O grito de socorro se faz de fora pra dentro, porque muito antes de se pedir ajuda ao Supremo, deve-se olhar a própria conduta que nos foge do controle.
Muito desgaste nos erros recorrentes e só Deus é o grande responsável. – Basta de ignorância!
“Reflexão”, muita reflexão é bola da vez.

BMFº
23:56h
11/11/2008
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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

A Vizinhança que Constrói

Texto aplicado ao Motivacional de RH-PP _____

'A Vizinhança que Constrói '

O ‘bom-convívio’ traz divisas, mesmo que nada te favoreça em determinado dia ou fase.
Veja: a culpa por coisas ruins nunca deve ser atribuída a outrem, a não ser a si próprio. Pare, analise friamente os fatos e perceba sua conduta, diante da vida. Na certa, o bom-senso prevalece de forma a não deixar dúvidas. Em função disso que, constantemente, é necessário enxergar o seu interlocutor, digo, “o seu colega de trabalho”, como alguém que pode lhe ser um amigo. (Natural que, vez por outra, isso se torne um desafio); Óbvio, diferenças existem e sempre estarão a nossa espreita, aliás, diga-se de passagem: é a partir delas, que tudo caminha para o progresso!
Lembre-se: um grupo de vencedores só chega à reta final da vitória, através da harmonia entre si.
Sem isso, não há nem reta de chegada.


BMFº
09:15h
05.11.2008

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

NA ESPIRAL DO CRESCIMENTO

NA ESPIRAL DO CRESCIMENTO

(Texto redigido para o Motivacional de RH - Metalúrgica Prensapeça - Data: 17/10/2008)


Já vimos, há um temo atrás que, a procura pelo crescimento de uma empresa depende pura e exclusivamente do comprometimento com o lado profissional coletivo e a necessidade de se deixar, do lado de fora, as mazelas pessoais. Claro, não há como misturar as coisas! O lado pessoal de cada um deve ser mantido na melhor forma de discrição. É total perda de tempo se expor!
O cotidiano atribulado de uma corporação nos afeta de tal modo que, não dá, mesmo, tempo para caprichos de ordem pessoal. Mas, não é raro que a maioria das pessoas se esqueça desse detalhe tão simples...E numa cadeia evolutiva, dentro da conduta do egoísmo, chega-se ao mais puro estado de inércia e falta de perspectiva, pois o umbigo mais próximo de cada um, é o epicentro da discórdia e declínio coletivo.
O fator inverso desse panorama indesejável todos nós sabemos e bem, ou seja, é o caminho pela espiral do crescimento, cujo desenho é sempre elaborado na esteira do bom-senso.
A fórmula é muito simples:

“Individualismo = 0”
“Senso de coletividade + profissionalismo = Crescimento ininterrupto = 10

Pode parecer o óbvio, mas às vezes, é preciso que nos relembremos disso para que a vida se torne mais suave em sua longa trajetória, pois para todos, sempre há obstáculos, basta que tenhamos a real capacidade de discernimento a favor daquilo que podemos classificar como evolução humana.

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BMFº
14:25h
17.10.2008

terça-feira, 23 de setembro de 2008

'Tempos Comuns'

Há épocas em que, propositalmente ou não, nos fazem vivenciar fatos que nos levam ao mais verdadeiro estado de normalidade em nossas vidas. Nada de emoções, nada de novo, ninguém para nos passar a mão na cabeça. - A notícia de hoje é a mesma de anteontem, os programas de TV cansam, pelo conteúdo mais do que repetitivo e até a comida (pasmem!) não transmite aquele prazer experimentado, há tão pouco tempo. Ou seja...Nada ocorre! A 'rodada de tempos comuns' nos permeia de maneira a ver tudo no modo mais absolutamente normal possível. - Insípido!Mas, está parecendo uma forma de dar vazão ao baixo-astral pré-anunciado, certo? Errado!É preciso relatar isso com o mesmo vigor, com o qual anunciamos as nossas fases de conquistas. Por que esconder (?), afinal, não se trata de pintar de cinza o que está em cor...O que tem cor não muda, continua igual, mesmo que algo não mostre o óbvio. Porém, é preciso destacar a importância dos dias monótonos. Nos faz ver as coisas, por um ângulo, onde os sonhos e sensações explosivas de alegria não têm nenhuma razão de existência. A gente até se volta pra dentro de si e percebe o quanto há insignificância naquilo que nos propomos a ser. - Há escolha? Não, é natural que não! – Cada qual com a sua carga de afazeres ou a inércia constante, sendo esta última um meio de fugir da realidade. Realidade, aliás é uma palavra que cai muito bem, aqui nessas entrelinhas, pois, a “crueza”, em que nos bota à prova certos dias e fases, nos leva a crer que o futuro pode ser recheado daquilo que podemos chamar de vácuo. Sim, num paradoxo sem igual, porque nada mais estranho do que um futuro presumivelmente “recheado de vácuo”. Para os insanos de plantão, assim como quem, aqui escreve, a completa idéia do vácuo é a sensação de que nada estará por acontecer, na ordem do que se pode classificar como surpresas. (boas ou ruins). É um desafio entender tal estado, mas, há sim, esses momentos. E o mais interessante é que, só quando se vivencia tal condição, dá-se tremendo valor ao que se sente. Quem, aqui escreve, vive a "crueza" desses dias quase previsíveis. Os jardins continuam floridos, quanto a isso, não há contestação...O sol brilha, independente da vontade dos mortais, a lua sai, de vez em quando, pra dar boa noite e nem quer saber como vai o meu humor, porque seus raios prateados se projetam sobre a noite escura, sem que me haja forças para provocar o efeito contrário, quando ao certo, 'forças' são do que menos disponho; e por fim a pulsação persiste!É tão comum se ver assim, quando se perde a oportunidade de viver algo que se sonha para uma vida inteira e planejado com tanto espírito de perseverança. Trás um sabor um tanto amargo à boca, num vislumbrar do “Vale-dos-Espinhos”, onde se deseja, a todo custo enxergar algo que brilhe no fim da estrada escura. – É esta a realidade da qual menciono, é esta a realidade a se apresentar em sua mais caótica estampa. Aos mais eufóricos remanescentes de uma dose excessiva de “prozac” (esse texto, que lhes soa como um profundo insulto), uma artilharia de pedras graúdas, a ser lançada sobre minha cabeça, seria o mais delicioso e sugestivo prato a se degustar, ainda quente e quase cru.
Ainda bem que, por hora, não corro o risco! – Quero dizer: acho!
Uma coisa é, naturalmente certa:
Contra a maré, assim vou à deriva, sem receios de taxações e rótulos...
...Estar só, apenas por conseqüência! O hábito, já faz o monge!
Os sonhos...(??)...
...Necessário se faz, esquecê-los!
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Ass.: BMFº
19:35h –
23/Set/2008

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Humanização

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Dentro de uma corporação, vivemos diariamente, uma rotina de contatos com diversas pessoas, entre nossos clientes e fornecedores.
É interessante, mas, estamos propensos mais a dar real atenção ao grupo que representa nossos clientes...Claro...afinal, é de onde vêm, com toda certeza, as cifras que recebemos todos os meses. Só que, há um vício a que nos submetemos, de forma compulsiva: “Tratar alguns de nossos fornecedores com indiferença”.
Que fique bem claro; quando falo de fornecedores, relato essa realidade de maneira generalizada. Vemos acontecer em “quase” todo e qualquer lugar por onde passamos profissionalmente. Quem, já não viu ou protagonizou algo parecido com a desagradável situação da longa espera (até ser atendido) de um visitante, representando uma nova e possível empresa fornecedora de serviços, independentemente do gênero? Lembranças não muito sugestivas, não é ? – Pois então: Muitas das vezes, somos nós mesmos os algozes! Nos esquecemos que, amanhã ou depois, quem poderá estar no saguão de espera, somos nós; e duro é perceber que, a postura inconsciente de arrogância nos torna cegos à questão do “bom-senso”. É tudo muito simples. – Somos parte constante de um ciclo, onde às vezes, dominamos as situações e outras, passamos a simples espectadores, sem direito de opinião. – Daí, a pergunta: “Quem é melhor?”

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Ass.: BMFº
15:08h
17/Set/2008