sexta-feira, 30 de outubro de 2009

"A Desnecessidade da Autoanálise"

...Se eu for parar pra pensar em quem sou eu, certamente, não haverá respostas, mesmo porque, às vezes, dá um “nó” tremendo em minha cabeça. Alias, minha cabeça tem estado bem vazia, nos últimos tempos. É...- De tanto pensar nas definições à minha passagem por estas ‘bandas’, aqui desse mundo sem fronteiras, cheguei à conclusão de que nada adianta fazer prognósticos, quando, na verdade, isso não vai me levar a lugar algum. Tudo com o que eu não devo me preocupar é, exatamente, com a minha identidade como ser humano, pois, hora, acreditamos numa condição que parece ser a mais maciça e precisa sobre a importância de nossa existência e nossas opiniões, noutra, tudo o que se ‘plantou’, em busca do equilíbrio pessoal, vai por água abaixo, por motivos diversos e, então, eu me questiono:
Há fundamento?
E a reposta fica no vácuo...

The man without a face!
__________________

Talvez, um dia, haja uma resposta simples, rápida e rasteira para esta ‘baboseira’ toda...

BMF
22:45h
30102009

Posicionado, precisamente, no vácuo...

domingo, 9 de agosto de 2009

'Nos Jardins de Capuava'

Crônica da Semana - 09/08/2009

'Nos Jardins de Capuava'

Hoje, ao vir para o meu trabalho, pude deparar com uma imagem, pra lá de paradoxal. - Muito interessante, como as coisas são:
Primeiro observei tudo ao meu redor...Carros apressados, 'fábricas cinzentas' a trabalhar a pleno vapor, pessoas desesperadas, em busca de progresso, cada qual em sua individualidade e, por fim, o 'trem', aparentemente 'desembestado' e 'furioso', a trazer mais e mais gente...Fluxo da insanidade absoluta! - Depois...
...Dentro desse espaço de tempo... - Ups!! - Um canteiro com flores...Nossa, quão surreal aquela imagem. Flores tão delicadas, quanto o nascer de uma criança...Verdadeira aquarela, em pleno caos da euforia industrial; capitalismo predatório que nos leva à tão indesejável insensibilidade! Temos a incrível capacidade de nos cegar para o que é óbvio: "A própria vida"!
E o que é a vida, então!!?? - É o dinheiro? É a tecnologia!? É o progresso material!? - Huummm !! Muitos dirão que sim, mas, e Deus!? Cadê !?? Onde Ele está...Onde Ele vive...Onde podemos encontrar?! Não se sabe, não é!? Claro, não se saberia! - (Rsr)! – Pela tamanha insensibilidade à que estamos submetidos, não seria nada fácil indentificá-Lo, Mas...
...O canteiro com flores nos JARDINS DE CAPUAVA!! Aaaahhhh, então, tá! - Sim...Deus pode estar, bem ali, a nos espreitar... ...Será que sim!!?? - Pode, SIM, naturalmente! Só depende da nossa sensibilidade que a cada dia, está por demais em baixa!!
E, SÓ PARA LEMBRAR: Deus está nas coisas mais simples!
É preciso 'PAZ' para perceber!

BMFº - 18:52h
Texto readaptado em 09/08/2009; elaborado, originalmente, em 06/06/2007

terça-feira, 28 de julho de 2009

Harmonia e Compreensão

Sobre a necessidade do autor reparar nos exageros causados pela dose excessiva de egoísmo, proveniente de um amor obcessivo.

Quando a gente põe a cabeça no lugar e "pondera" os fatos, vê que nem tudo é da forma como imaginamos.
Fica-se a fazer planos, leva os pensamentos a lugares e condições, ainda não alcançáveis, quando, na realidade, o melhor a se fazer é rever o passado, sem se alienar e, principalmente, VIVER o presente, ainda que este último passe tão rápido.
Aprende-se que, é preciso maturidade para entender e compreender os ansêios de quem se gosta, antes de enxergar, apenas o próprio umbigo! Estamos rodeados de incertezas para o futuro, porque, de qualquer maneira ele não nos pertence mesmo e, quando ele tem de acontecer, acontece e pronto; fica muito longe de nossa própria vontade e controle.
- Assim, o melhor que se possa fazer é dividir um "bem" maior que está dentro de cada um de nós, desejando 'paz', em todos os aspectos, pois é a dose certeira para quem quer, de fato, se sentir em equilírio consigo próprio.
A vida passa muito rápido.
Não há tempo a perder.
E nada se leva daqui, a não ser o que temos (de coração) a oferecer, no mais puro e verdadeiro sentimento de harmonia e luz.

Compreensão...
...Muita compreensão é o que precisamos, mutuamente, a favor de um mundo mais feliz!


BMFº
11:43h
28/07/2009

___

Fel

'Uma Carta de Idignação.'
As linhas, a seguir, foram escritas, quando o autor havia sido notificado de que, não estaria mais em sua doce companhia.

'Fel'
Dias de sol fazem parte de nossas vidas!
E dias cinzentos, igualmente!
Hoje, pra ser mais exato, vivo um dia assim bem cinza! Olho pela janela e vejo a chuva cair suave e muitas nuvens a encobrir o céu. Olho pra dentro de mim mesmo e me vejo sem um pingo de vontade para as coisas ao meu redor. A chuva que cai dentro de mim não tem a mesma suavidade da chuva, lá fora, mas as nuvens acinzentadas, sim, estas são de igual teor, em ambos os lados. Porque há inquietação, angústia e muita tristeza. A chuva dentro de mim é de lágrimas. o por quê?
Porque, de um minuto para outro, vi o quanto estive à beira de ser feliz e, num piscar de olhos, a sensação, já não me era mais de alegria e felicidade! Tudo porque ALGUÉM me fez acreditar em doces sabores, quando na verdade, me enfiou, guela abaixo, um copo do mais 'autêntico fel'. Frieza total, sem cautela, sem pudor, sem piedade alguma.
Como se eu fosse um ZÉ-NINGUÉM, o pior dos seres.
Quanto egoísmo!
Quanta falta de sensibilidade!

Quanta decepção!
E o quanto que eu, ainda, devo aprender com as pessoas.

Já, estou cansado!
Muito cansado!
NUNCA SOUBE O QUE É SER PLENAMENTE FELIZ, DE FATO!

É sempre, assim...
...Vem alguém que, me "entorpece" tentando mostrar o paraíso (e, até consegue!); depois, como num passo-de-mágica, faz a cortina se abrir; a realidade aparece e a vida se mostra bem como ela é: ""nua e crua"".
Não há ilusões!
Há, sim, praticidade...Esperteza, sagacidade, lucidez e, acima de tudo, muita crueza na alma.
O coração!?
Blaá...(!) - Esse que vá pra 'casa-do-cacete'! - Porque serve, apenas, para 'trouxas' como eu, que vive a acreditar em amor e brilhos no olhar.

Chega!
Não dá mais pra viver nesses altos e baixos.
Daqui pra frente, serei eu mesmo e, apenas, POR MIM!
Não abro meu coração para mais ninguém.
Não deixarei que isso aconteça de novo.
NUNCA MAIS!!

E quanto às decepções, vou fazer questão de CUSPIR no latão de lixo da esquina mais próxima!
Só para tentar me desfazer deste sabor AMARGO que me vem à boca!

E me pergunto:
POR QUÊ?! -
Será que tenho merecimento?!
"...DEUS, COMO EU GOSTARIA QUE ISSO TUDO FOSSE, APENAS, UM SIMPLES PESADELO!..."
Acordar e ver que tudo não passou de um susto!
MAS, NÃO É! - E não foi um simples pesadelo!
É REAL!!


Siga seu caminho em PAZ, querida!
E, nunca mais, faça à outra pessoa o que me fez!
E, mesmo assim, desejo que Deus te guie!


BMFº
14:39h
24 07 2009
___

sexta-feira, 10 de julho de 2009

‘Quando Dei por Mim...’

‘Quando Dei por Mim...’

(carta a alguém que me tem feito ver a 'vida' com mais generosidade e menos individualismo!) __

"...Quando a ficha caiu, você, já estava em meus braços. Parecia (E parece) um sonho, e aí pude perceber que a força de um desejo quebra barreiras, se ensurdece às maledicências, não vê tempo, nem tampouco faz a vida voltar para trás. Então, a gente torce pra que tudo dê certo...que o 'amor' da nossa vida esteja sempre protegido, porque o imaginamos frágil, indefeso, como uma linda taça feita do mais belo cristal.
Muda-se a forma de pensar, de agir...A idéia de 'paz' é uma constante, nos proporcionando mais calma, ponderação e sabedoria nas decisões. Até os hábitos vão mudando, diga-se de passagem...(Rsrsr!). Tudo fica em cores, a razão de viver passa a ter mais razão do que nunca e, se o mundo e o tempo se congelassem, para a eternidade, bem no momento de um abraço apaixonado, aí sim, nada de bom me escaparia aos olhos, tamanha a sensação de felicidade.
"Dona do meu caminho", ainda fico me lembrando de cada segundo, em que estivemos juntos. Tudo isso, já estava escrito.
E palavra:
Ainda, custo a acreditar que você existe!
Mas, você EXISTE!
Porque o 'Universo' me concedeu este presente!
O melhor deles!

Amo você para o sempre! ..."

Ass.: BENÊ - (Para 'Osana Silva')
Às: 20:12h
De: 08 07 2009

terça-feira, 26 de maio de 2009

O REPÚDIO AO ANALISTA (Uma "Bicuda" No Divã!)

___

'O REPÚDIO AO ANALISTA'
(Uma "Bicuda" No Divã!)

“Pensamento, a partir da visão do autor, à necessidade de se responder sobre “quem sou eu?”, formulando o seu perfil em um site de relacionamentos.”
__

(...) Nunca fiz questão de saber quem eu sou. Faz, mesmo, sentido saber? Acredito que não; embora, venha a ser o 'ponto-de-partida' para o equilíbrio da maioria dos que, aqui, lêem!
É Relativo, eu diria!
Na verve substancial que caracteriza a vida, o mais interessante, para um insano como 'eu', é sentir que faço parte de algo absolutamente grandioso como o 'Universo'. - ( De fato, é o que mais importa, sob minha ótica!) - Natural e humildemente, me posicionando como um minúsculo grão de areia, ao compôr esta vastidão sem fim. Ademais, vejo que a idéia do constante exercício, em se ver no fundo da alma, pode, nem sempre, nos levar aos melhores dos resultados; mesmo porque, a vida nos submete à situações e condições que, nos fazem reféns de nossas próprias dúvidas existenciais.Assim, prossigo! (...)
__

Por: BMFº
Em: 12:24h
Às :25/05/2009
__

domingo, 24 de maio de 2009

Crônica da Semana - ( Texto sobre carta à uma amiga no exterior - NARRATIVA)


Com Os Pés Na Terra!
Pela Ótica de Um Caboclo Urbano.
__

A princípio, aparenta ser mais um emaranhado de ‘asneiras’ escritas por quem não tem o que fazer e que, de alguma forma, pretende ver o tempo passar, sem que se deixe nada escapar aos olhos e sentimentos, sempre atentos! É...
...Pode parecer, mesmo, mas nem vem ao caso. O que mais voga, aqui, no entanto, é a real intenção de descrever algumas passagens boas de minha vida a alguém que está muito longe e encontra-se quase na linha do “desespero” pela volta ao seu País de origem, planejada, há tão longo prazo.
Sabe(...?!...), colocar, literalmente no papel, as coisas que me ocorrem tem sido, desde sempre, um hábito, até, muito bom; às vezes, beira o vício...um ‘ópio’, uma compulsão que não vê freios! Algo patológico...e sem nenhuma sombra de exageros! Bate aquela inquietação típica...aquela extrema vontade de dividir com alguém que valha à pena o resultado da percepção de tudo que me está ao redor. É como se houvesse ( e há, de certo) a necessidade da “figura feminina” a me puxar pelas mãos, num incentivo sadio, obviamente, a inspirar-me, na cadência do dia-a-dia.
Peculiar a um sonhador desvairado, como eu, que faz questão de esconder-se entre quatro paredes, mas, ao mesmo tempo, com um enorme entusiasmo em se mostrar pela linguagem escrita. Faz disso um exercício característico da masturbação mental incessante. Um verdadeiro ‘vuco-vuco’ do intelecto! (...Rsrsr!...)
A essas alturas, a pergunta mais comum é:
- Mas, o que tem a ver o título “Com Os Pés Na Terra” com o que foi lido, até aqui!?
- O que tem esse nobre ‘cabeça-de-bagre’a dizer?
Antes de mais nada, eu gosto de dar uma breve justificativa a quem endereço estas linhas. Uma prévia, apenas!
__
Vamos logo, então, ao que, de fato, nos direciona para o ‘tema central’.
__
“...Hoje, sexta-feira, 22 de Maio de 2009, acordei bem cedo. Habitualmente, levantei-me, fui ao banheiro, lavei o rosto (e que água gelada! Parecia petrificar-me a pele), olhei-me no espelho e me deparei com a aquela cara de aspecto “amassado”, ainda tomado pelo sono que ia diminuindo, ao longo dos poucos minutos seguidos. Não houve susto porque, já é uma rotina comum a mim mesmo, afinal, são muitos anos de “espelho-espelho meu” e mesmo que, o ‘pobre vidro reflexivo’ nunca viesse se rachar ao meio, a franca sensação foi de que, deveria ter rachado, na certa! Se, até aqui, não o ocorreu, sorte minha e dele. Principalmente dele que continuará impávido a cumprir com a função que lhe foi destinada. (...Rsrrs!...) –
Seguindo adiante, fui à cozinha, coloquei a água pra ferver, preparei o restante; passei um café. Café de ‘macho’, forte mesmo, pra ninguém botar defeito. Café passado em coador de pano, coisa de “roça”! Autêntico! Provei, senti que estava bom! - (Fui bater a porta do outro quarto) - Chamei minha mãe que, lentamente, ia se despertando, não demorando muito a se levantar. Como toda mãe que se preze, se antecipava a dar-me recomendações, entre o que fazer e o que não fazer. Lá, de seu quarto, com à porta ainda fechada, ouvia sua voz, em tom acústico abafado, imperativamente:
‘-...Hey, o café! Não o faça muito forte...Faça pouco...duas colhes de sopa é o bastante! Por favor, não ponha açúcar! Pegue a jarra de leite na geladeira...Ponha-o para ferver em uma vasilha média! Lave bem a garrafa térmica com água bem quente! OLHE O GÁS, menino! Tá pela hora da morte e logo vai subir de preço! Um absurdo!...’
- (Pausa para o meu riso inevitável. Discreto, claro!) –
E as horas correndo...
...Abri as janelas da casa, arrumei minha cama!
Às portas, já escancaradas, fui saindo para ver e confirmar o “brilho do sol” que se projetava sobre as montanhas, no mais bucólico visual dos campos, digno desses rótulos de margarina com direito a vaquinha pastando, riacho ao fundo, galo cantando e verde, muito verde!
Bem...
...Na preocupação em dar mais verossimilhança à esta minha narrativa, passando a descrevê-la no tempo presente; digo que, aqui, nessas terras caboclas e ‘mineiras’, as horas, deliciosamente, custam a passar. É como ter uma notável aquarela viva, diante dos olhos, onde o Grande Autor responsável pela elaboração e distribuição sutil das cores é, na verdade, Alguém que não Se deixa ver. Claro, não se pode vê-lo, nem é preciso, em absoluto! Se faz notável, apenas! - Um ‘SER’ dotado de Infinita Inteligência, muito além da nossa capacidade de compreensão que, aliás, segue sempre, limitada.
O vento sopra suave sobre a vegetação, as flores se mostram belas, como uma ‘dama’ em noites de gala. O azul do céu - Aaahhh, que esplendor! - não tem nada que se compare. Não tem, mesmo!Ao longe, ouço vozes alegres, num diálogo propositalmente disperso e descontraído que se funde ao canto harmonioso dos pássaros, ao “mugir” do gado solto pelo pasto a fora!
É como uma “oração”; um salmo a se recitar!

Vez por outra, essa Paz é interrompida pelo ruído perturbador da ‘moto-serra’ impiedosa, cortante...
...Como se, a cada tronco “rasgado” de uma árvore indefesa, fosse uma pequena parte de meu corpo a se sentir mutilada. Um horror! Mas, é a vida...e “vida rural”, também com seus percalços. Deixe estar...

Não obstante, continuo observador e pensativo...absorto, nesse embalo, já com os pés na terra, cachimbo aceso no canto da boca, fumaça vai...e mais fumaça que vai. A partir daí, bem no alto de meus devaneios, acredito que a figura do saci me acompanha...Ou eu mesmo me proclamo, acidental e quase inconscientemente, como a própria encarnação do saci-de-duas-pernas...Sei, lá!...Pura viagem cósmica pelas vias da batatinha frita!
Ah, deixa quieto! Falo disso, numa outra ocasião...
...No que é mais importante, é incrível a sensação do tempo a se congelar! Acho que os ponteiros emperraram...O som do “tic-tac” ao relógio parece fazer sua pausa!
Não é loucura, garanto!
É só o vislumbrar de um momento raro, quando o espírito se entrega à conexão com as forças da Natureza. Nos faz entorpecidos por essa magia que se chama Universo, tão próximo dos “ávidos” pela Vida e, tão genuinamente distante daqueles que a vêem, mas não a enxergam!...”

Esse texto foi pensado de forma a se fazer ver o contraste entre a insanidade de quem vive em um ambiente conturbado de uma cidade grande e a vida simples do campo, com suas nuances, com sua função natural de nos forçar a ver o que nos custa a enxergar...Enxergar o óbvio...o fluxo do Universo, ao redor, o qual nos passa despercebido à velocidade imperativa que nos submete ao vício pela busca do que é tangível...Do que nos dá ‘status’, posição social ou algo que nos leve a acreditar que seja dignidade. Puro engano! O que nos é tangível é efêmero, passa rápido, desaparece ao piscar dos olhos. Fruto das ilusões...
...Estado imaginário!
Meu ponto-de-vista, em resumo!
__

Por: BMFº -
Escrito, originalmente em 22/05/2009 - Sexta-Feira
Transcrito às 05:30h da madrugada de 24/05/2009 - Domingo

sábado, 28 de março de 2009

'O Vácuo'

O Vácuo

Às vezes, fico pensando, como tantas idéias saem, assim, num “estralo”(?). Nesse exato momento, mergulhado na madrugada...Fase do dia em que as ondas eletromagnéticas pulsam a todo vapor, não me localizo, não acho um “norte” a me guiar naquilo que, nos últimos anos, tem sido uma válvula de escape para os meus anseios, ou seja, as idéias me fogem para que eu possa “escrever” algo de bom no intuito de transmitir uma mensagem qualquer! Não para os outros, necessariamente, mas, para mim mesmo!
Puro estado de inércia que me faz vazio, insosso, insípido e sem razão. Será falta do que fazer...Ou falta daquilo que nem sei? Um desafio e tanto que, vez por outra, nos faz colocar em prática a grande capacidade de transpor a barreira da mediocridade, que se faz tão comum, pelo menos em minha rotina de vida. Para tanto, devo me resguardar e me limitar na crença de que nem tudo se pode, quando as expectativas passam a quilômetros de distância de nossas almas. Talvez, ao adormecer, eu encontre emoções que estejam em meus sonhos. Não sei ao certo...
...O que é certo é que NADA é tão certo!

Strange way to live!
That's way it's!

BMFº
03:40h
29/03/2009

domingo, 4 de janeiro de 2009

A Feliz Degustação de Um Prato Chamado Liberdade

Crônica da Semana - 04/01/2009
__

A Feliz Degustação de Um Prato Chamado Liberdade

Ansio por liberdade a todo instante e a tenho, com toda certeza!
Sabemos que o melhor ‘do viver’ está nas coisas mais simples.
Algo que tem, desde sempre, me chamado a atenção, agora de forma mais intensa (não sei exatamente o porquê), é a alegria desta possibilidade do “ir e vir”, sem interferências...Sem obstáculos, sem cobranças, nem limites. É óbvio que não tem nada a ver com extravagâncias, onde a falta de bom-senso age absoluta. Não! Trata-se da felicidade de sentir um caminho ou uma estrada totalmente exposta à nossa escolha para o que se quer fazer e seguir. É o não se preocupar com quirelas que atrasam a evolução da alma. Ter a satisfação de poder gritar aos quatro ventos, no mais alto cume, o quanto é bom estar vivo.
O doce sabor de viver é experimentado de maneira suave pelo espírito, através da melhor das iguarias chamada “liberdade plena”.

BMFº
04/01/2009
10:48h

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Uma Implosão Pra Dentro de Si (A Pausa Para Pensar)

__

Crônica da Semana – 11/11/2008

Uma Implosão Pra Dentro de Si (A Pausa Para Pensar)

Às vezes, parece cansativo, aos olhos de qualquer um, mas a questão de se levantar a cada tombo é sempre uma premissa. Diga-se de passagem, todos os dias vivemos situações diversas que nos põem à prova. Prova essa que nos desafia, só pra ver a nossa capacidade de discernimento diante das dificuldades. A “ralação” rotineira pela busca do sucesso pessoal traz um senso de repúdio à inércia que cercêia e que insiste em nos apunhalar como uma desculpa mais do que esfarrapada em não querer sair do lugar. Balela! – Se há “brio próprio”, então, por que parar? Não há justificativas, isso é certo; pelo menos, aos que tem o olhar sempre fixo à reta de chegada. Pode ser uma volta em círculo, vez por outra, mas, o mínimo de percepção e bom senso coloca, simplesmente, tudo no seu devido lugar e nesse caso, a reta de chegada passa do ciclo vicioso para algo visível no horizonte e a fluência na caminhada a maior das conquistas. Infelizmente, nem para todos é uma realidade, pois, aos mal intencionados, preguiçosos e pessimistas de plantão, as entrelinhas dessa crônica é mais do que uma proposta medíocre; é uma afronta! – Azar dos apologistas do contra. Aqui, sou mais um a tentar, quase que no desespero, mostrar a escada que leva ao topo. A vida é feita de constantes desafios e os obstáculos são, apenas, como uma porta com trincos que precisa de uma chave certeira pra ser aberta e se passar, com dignidade. Alias, dignidade é a pedra fundamental para os eleitos à vitória em qualquer condição que se possa encontrar. Sonhos se apresentam como válvula propulsora da máquina chamada perseverança e a crença nesse estado de ânimo é muito bem vinda. Basta ousadia! E ousadia não se compra em qualquer esquina dos 'pegue-e-pagues da vida' e sim, se adquire a cada volta por cima.
Esse Mundão “véio-de-guerra” não gira à toa, não! Muito pelo contrário, gira ao nosso favor! A humanidade precisa, com urgência, de mais vergonha na cara e pausar as queixas e choramingos tão comuns em nossas idas e vindas. Fala-se muito em Deus... – Óoh, meu Deus(!!) e na verdade, o grito de socorro feito de dentro pra fora é pura perda de tempo. É o inverso, caros amigos! O grito de socorro se faz de fora pra dentro, porque muito antes de se pedir ajuda ao Supremo, deve-se olhar a própria conduta que nos foge do controle.
Muito desgaste nos erros recorrentes e só Deus é o grande responsável. – Basta de ignorância!
“Reflexão”, muita reflexão é bola da vez.

BMFº
23:56h
11/11/2008
____

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

A Vizinhança que Constrói

Texto aplicado ao Motivacional de RH-PP _____

'A Vizinhança que Constrói '

O ‘bom-convívio’ traz divisas, mesmo que nada te favoreça em determinado dia ou fase.
Veja: a culpa por coisas ruins nunca deve ser atribuída a outrem, a não ser a si próprio. Pare, analise friamente os fatos e perceba sua conduta, diante da vida. Na certa, o bom-senso prevalece de forma a não deixar dúvidas. Em função disso que, constantemente, é necessário enxergar o seu interlocutor, digo, “o seu colega de trabalho”, como alguém que pode lhe ser um amigo. (Natural que, vez por outra, isso se torne um desafio); Óbvio, diferenças existem e sempre estarão a nossa espreita, aliás, diga-se de passagem: é a partir delas, que tudo caminha para o progresso!
Lembre-se: um grupo de vencedores só chega à reta final da vitória, através da harmonia entre si.
Sem isso, não há nem reta de chegada.


BMFº
09:15h
05.11.2008

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

NA ESPIRAL DO CRESCIMENTO

NA ESPIRAL DO CRESCIMENTO

(Texto redigido para o Motivacional de RH - Metalúrgica Prensapeça - Data: 17/10/2008)


Já vimos, há um temo atrás que, a procura pelo crescimento de uma empresa depende pura e exclusivamente do comprometimento com o lado profissional coletivo e a necessidade de se deixar, do lado de fora, as mazelas pessoais. Claro, não há como misturar as coisas! O lado pessoal de cada um deve ser mantido na melhor forma de discrição. É total perda de tempo se expor!
O cotidiano atribulado de uma corporação nos afeta de tal modo que, não dá, mesmo, tempo para caprichos de ordem pessoal. Mas, não é raro que a maioria das pessoas se esqueça desse detalhe tão simples...E numa cadeia evolutiva, dentro da conduta do egoísmo, chega-se ao mais puro estado de inércia e falta de perspectiva, pois o umbigo mais próximo de cada um, é o epicentro da discórdia e declínio coletivo.
O fator inverso desse panorama indesejável todos nós sabemos e bem, ou seja, é o caminho pela espiral do crescimento, cujo desenho é sempre elaborado na esteira do bom-senso.
A fórmula é muito simples:

“Individualismo = 0”
“Senso de coletividade + profissionalismo = Crescimento ininterrupto = 10

Pode parecer o óbvio, mas às vezes, é preciso que nos relembremos disso para que a vida se torne mais suave em sua longa trajetória, pois para todos, sempre há obstáculos, basta que tenhamos a real capacidade de discernimento a favor daquilo que podemos classificar como evolução humana.

___

BMFº
14:25h
17.10.2008

terça-feira, 23 de setembro de 2008

'Tempos Comuns'

Há épocas em que, propositalmente ou não, nos fazem vivenciar fatos que nos levam ao mais verdadeiro estado de normalidade em nossas vidas. Nada de emoções, nada de novo, ninguém para nos passar a mão na cabeça. - A notícia de hoje é a mesma de anteontem, os programas de TV cansam, pelo conteúdo mais do que repetitivo e até a comida (pasmem!) não transmite aquele prazer experimentado, há tão pouco tempo. Ou seja...Nada ocorre! A 'rodada de tempos comuns' nos permeia de maneira a ver tudo no modo mais absolutamente normal possível. - Insípido!Mas, está parecendo uma forma de dar vazão ao baixo-astral pré-anunciado, certo? Errado!É preciso relatar isso com o mesmo vigor, com o qual anunciamos as nossas fases de conquistas. Por que esconder (?), afinal, não se trata de pintar de cinza o que está em cor...O que tem cor não muda, continua igual, mesmo que algo não mostre o óbvio. Porém, é preciso destacar a importância dos dias monótonos. Nos faz ver as coisas, por um ângulo, onde os sonhos e sensações explosivas de alegria não têm nenhuma razão de existência. A gente até se volta pra dentro de si e percebe o quanto há insignificância naquilo que nos propomos a ser. - Há escolha? Não, é natural que não! – Cada qual com a sua carga de afazeres ou a inércia constante, sendo esta última um meio de fugir da realidade. Realidade, aliás é uma palavra que cai muito bem, aqui nessas entrelinhas, pois, a “crueza”, em que nos bota à prova certos dias e fases, nos leva a crer que o futuro pode ser recheado daquilo que podemos chamar de vácuo. Sim, num paradoxo sem igual, porque nada mais estranho do que um futuro presumivelmente “recheado de vácuo”. Para os insanos de plantão, assim como quem, aqui escreve, a completa idéia do vácuo é a sensação de que nada estará por acontecer, na ordem do que se pode classificar como surpresas. (boas ou ruins). É um desafio entender tal estado, mas, há sim, esses momentos. E o mais interessante é que, só quando se vivencia tal condição, dá-se tremendo valor ao que se sente. Quem, aqui escreve, vive a "crueza" desses dias quase previsíveis. Os jardins continuam floridos, quanto a isso, não há contestação...O sol brilha, independente da vontade dos mortais, a lua sai, de vez em quando, pra dar boa noite e nem quer saber como vai o meu humor, porque seus raios prateados se projetam sobre a noite escura, sem que me haja forças para provocar o efeito contrário, quando ao certo, 'forças' são do que menos disponho; e por fim a pulsação persiste!É tão comum se ver assim, quando se perde a oportunidade de viver algo que se sonha para uma vida inteira e planejado com tanto espírito de perseverança. Trás um sabor um tanto amargo à boca, num vislumbrar do “Vale-dos-Espinhos”, onde se deseja, a todo custo enxergar algo que brilhe no fim da estrada escura. – É esta a realidade da qual menciono, é esta a realidade a se apresentar em sua mais caótica estampa. Aos mais eufóricos remanescentes de uma dose excessiva de “prozac” (esse texto, que lhes soa como um profundo insulto), uma artilharia de pedras graúdas, a ser lançada sobre minha cabeça, seria o mais delicioso e sugestivo prato a se degustar, ainda quente e quase cru.
Ainda bem que, por hora, não corro o risco! – Quero dizer: acho!
Uma coisa é, naturalmente certa:
Contra a maré, assim vou à deriva, sem receios de taxações e rótulos...
...Estar só, apenas por conseqüência! O hábito, já faz o monge!
Os sonhos...(??)...
...Necessário se faz, esquecê-los!
____

Ass.: BMFº
19:35h –
23/Set/2008

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Humanização

___

Dentro de uma corporação, vivemos diariamente, uma rotina de contatos com diversas pessoas, entre nossos clientes e fornecedores.
É interessante, mas, estamos propensos mais a dar real atenção ao grupo que representa nossos clientes...Claro...afinal, é de onde vêm, com toda certeza, as cifras que recebemos todos os meses. Só que, há um vício a que nos submetemos, de forma compulsiva: “Tratar alguns de nossos fornecedores com indiferença”.
Que fique bem claro; quando falo de fornecedores, relato essa realidade de maneira generalizada. Vemos acontecer em “quase” todo e qualquer lugar por onde passamos profissionalmente. Quem, já não viu ou protagonizou algo parecido com a desagradável situação da longa espera (até ser atendido) de um visitante, representando uma nova e possível empresa fornecedora de serviços, independentemente do gênero? Lembranças não muito sugestivas, não é ? – Pois então: Muitas das vezes, somos nós mesmos os algozes! Nos esquecemos que, amanhã ou depois, quem poderá estar no saguão de espera, somos nós; e duro é perceber que, a postura inconsciente de arrogância nos torna cegos à questão do “bom-senso”. É tudo muito simples. – Somos parte constante de um ciclo, onde às vezes, dominamos as situações e outras, passamos a simples espectadores, sem direito de opinião. – Daí, a pergunta: “Quem é melhor?”

__

Ass.: BMFº
15:08h
17/Set/2008

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

“O Abraçar Uma Causa”

Já foi dito, aqui, há algum tempo atrás, que em qualquer forma de trabalho em equipe, se deve levar em consideração o que está por de trás das intenções de cada um que compõe um grupo. É, devidamente crucial, a importância que se deve dar a forma única de se trabalhar de uma equipe, ou seja, as idéias necessitam de congruência, independente do número de pessoas que a compõe. Quando se fala em congruência de idéias, não significa ter todos pensando “exatamente igual”, e sim, ver a idéia do envolvimento, em prol de um bem comum, passando pela “cabeça e coração” de todos. Isso apresenta o real teor de como uma empresa pode crescer.
As diferenças entre as diversas personalidades que ajudam a construir uma corporação, nem de longe, devem interferir nos resultados. – “Estas são postas de lado, impreterivelmente!”
Em pouquíssimas linhas, o intuito, aqui, é mostrar de maneira simplificada, qual o caminho a se percorrer para se atingir o sucesso.
Quando todos lutam por um só objetivo, tem-se a mais absoluta demonstração de amadurecimento coletivo!

__

BMFº
12:23h
04.09.2008

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

O Teor da Comunicação

O Teor da Comunicação

Crônica da Semama – 08.08.2008

Em nosso dia-a-dia estamos acostumados a usar desse termo com freqüência, afinal a nossa sobrevivência depende pura e exclusivamente de nos mantermos em franco estado de comunicação com o nosso interlocutor, seja ele quem quer que seja. Percebemos esse simples ato, no momento de nossos primeiríssimos passos, após saltarmos da cama. Num gesto de ‘bom dia’, na hora do café, ao pegar a condução para o local de trabalho e assim, por diante. Mas, comunicação não se resume a apenas isso. Sabemos que quando ‘a’ empregamos bem, tudo tende a se simplificar e a conquista do sucesso é o resultado mais óbvio.
O que não se pode, em hipótese alguma, no entanto, é cair no engano da falta de diálogo que é o elemento fundamental no “comunicar-se” de forma bem sucedida, pois um simples deslize neste quesito, fatalmente leva-nos à situações desastrosas muitas das vezes.
Evitar a prática do “telefone-sem-fio”, um péssimo hábito de comunicação, por sua vez, mal sucedida que adquirimos, quase inconscientemente, ao longo de nossas vidas, nos livra dos mal-entendidos e desagrados tão indesejáveis.
A adequação à essa realidade de bons hábitos, só depende de nós mesmos.
Vale, aliás, por toda a Vida!

Ass.: BMFº
09:30h
05/08/2008

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Keeping Alone, Aways!

Some times, I think that my heart never will be filled out, as I hope!
Perhaps, I deserv it! :(
Never, this there was! So...To be alone, is the better choice, in my life! This is what going to in my soul. A soul that keeps alone.
It´s a hight price, for to pay, for to be so much individualist.This is my life, always!
'God' wants that it be a mine great mistake!

Signed: BMFº
On: Green Monday
July 07th, 2008.
At: 09:25pm

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Bom Senso

Crônica da Semana - 04.07.2008

Bom Senso


É uma constante a busca que se faz pelos bons tratos, em nossas relações inter-pessoais; seja, em casa, na rua, nos meios de transporte, na escola e principalmente, em nosso local de trabalho. Afinal, percorrer e finalizar o dia, com a sensação de ter sido respeitado e compreendido, já é uma vitória, em qualquer aspecto, no âmbito das emoções.
Só que, isso depende de “bom senso”! – Termo que tem caído no esquecimento compulsivo, nos últimos tempos.
Pois, é...Nota-se uma ausência absurda de tolerância, com tudo. É o colega, que te responde mal, é a queixa, por nada dar certo, é a comida que está fria e a voz, dentro de cada um de nós, a nos incitar o pior dos sentimentos, que é senso de egoísmo. E o equilíbrio emocional vai para o espaço!
Rever alguns valores em nosso comportamento é mais do que uma simples obrigação; passa a ser uma espécie de caminho natural, ao que podemos chamar de evolução humana.
Ter bom senso, faz parte de uma das iniciativas dentro do ato de nos reeducarmos, por um modo mais racional e inteligente de vida.


Ass.:
BMFº
03/07/2008
14:50h

sexta-feira, 27 de junho de 2008

A SIMPLES ESSÊNCIA DA RELAÇÃO DE AMIZADE!

Crônica da Semana – 27.06.2008


A SIMPLES ESSÊNCIA DA RELAÇÃO DE AMIZADE!

O melhor que se pode ficar de uma boa relação, não são só as boas lembranças, mas principalmente, o que se tem de melhor a oferecer, em termos de 'amizade' e 'compreensão'. Entre as pessoas, isso há ou pelo menos, deveria haver, de sobra. - Acreditemos nisso!
É algo que faz parte da vida e 'nem de longe', devemos desprezar. O 'ir e vir' constante, característico daqueles que cruzam nossos caminhos, ensina que, há muito a se aprender.
E é a partir dessa 'ótica' que, temos, na ‘figura de nosso semelhante,’ algo que nos faz, verdadeiramente, felizes. Transpõe todos os possíveis obstáculos.
Jamais, deve cair no esquecimento!
Essa é a essência da fonte do altruísmo e solidariedade a ser cultivada todos os dias, mesmo que as diferenças existam!
É o caminho certo para a evolução plena.

Ass.:
BENÊ-BMFº
10:25h
27/06/2008

segunda-feira, 16 de junho de 2008

O Desafio de Transpor a Lei de Murphy

Crônica da Semana

O Desafio de Transpor a Lei de Murphy
__

Exagero ou não, devo chamar a atenção para algo notável. É incrível, como se pode presenciar a dificuldade de se atingir o auge da felicidade plena e quão fácil é se aborrecer, por qualquer “grampo” que caia ao chão, com o mínimo de ruído que faça.
É o extremo oposto da condição de se tentar buscar alguma coisa melhor à si próprio. O mergulho involuntário ao poço do desequilíbrio 'psico-emocional', proveniente da carga excessiva de trabalho a que se submete o homem de hoje, não deixa dúvidas que o caminho para o surto da insanidade possa ser proveniente de, apenas, um "empurrãozinho" para o abismo do desespero.
Profundo, não?
Uma óva!!
Faz parte da nossa passagem pelas veredas dessa vida, em que, hora, se está a favor da maré...hora, está contra.
Do nascer ao por do sol, durante apenas, um dia só, pode se ver tanta coisa a acontecer. O barco muda a rota, o trem pára no meio do caminho, deixando seus passageiros à deriva..., ou aquela venda, que estava sendo tão esperada acaba por ser fechada com o melhor cliente.
Veja que, surpresas boas e ruins, sempre nos acomete, mas o que chama a atenção é o fato de se presenciar mais coisas ruins ao redor.
Pouco se sabe a respeito, mas há comprovações feitas, através de pesquisas durante anos, por especialistas no assunto, que mostram a grande tendência que se tem, a estar mais próximo, magneticamente falando, de energias com características negativas. Vive-se numa camada de ‘ondas’ de baixo calão, onde toda e qualquer forma de abalo e desestrutura emocional é a bola da vez. Perde-se a paciência, por nada, chuta-se o vento, com o maior dos vigores, se lançam palavras de obscuridade, ao vento, sem ter a real noção do retorno, pra lá, de indesejável a qualquer um que se submeta, mesmo inconscientemente, ao expurgo dos piores tipos de pensamentos e desejos.
A reação em cadeia não deixa dúvidas...
...Não preciso perder meu tempo, aqui, a entrar em detalhes! Basta ver o cotidiano estampado nas manchetes dos jornais e a grande farra do sensacionalismo ditado pelo “frenesi” da mídia eletrônica e suas nocivas vertentes.
Diz-se que, devemos nos afastar de tudo o que venha a atingir negativamente a nossa 'psique', porém fica a dúvida “do como proceder (?)”, se, por toda parte, estão os personagens principais desse filme dos horrores, onde os atores coadjuvantes somos nós mesmos que compomos, com exímia desenvoltura. A impressão é que, dentro desse ciclo vicioso, onde não parece haver uma ‘porta de saída’, todos nós estaremos sujeitos ao cerne da mediocridade, vedados pelo medo e a incerteza, fadados ao absurdo da própria perda de identidade. A busca constante pelo bem-estar material, na realidade, é a busca involuntária por algo que nunca nos fará satisfeitos.
Luxúria, dinheiro, ganância em excesso; esses são os principais ingredientes para o copo de ‘fel’ a ser degustado e celebrado a caminho do ‘vale-da-desgraça’ previsível, tendo como pano de fundo, a imagem do capitalismo opressor que, invariavelmente, se apresenta na mais fina estampa do ‘business World’ * .
A saída para tudo isso está no extremo oposto de nossa consciência; e a corrida em busca dela, se faz desesperadamente, pelas vias de um labirinto que nos causa pânico, pelo desafio que nos oferece a se escapar das voltas em círculo.
_

Dia desses, ao participar de uma palestra sobre “espiritualidade”, perguntei ao ‘condutor’ se estávamos, de fato (digo, a ‘humanidade’), próximos de vivenciar uma renovação espiritual coletiva ou se tudo está mesmo, num fim tão insistentemente anunciado.
A resposta foi rápida, pronta e de sábia precisão aos meus anseios:

“...Meu caro espectador (assim disse o palestrante), a resposta à sua indagação está dentro de si mesmo, ao se questionar sobre: O que você fez, o que você faz e o que você planeja fazer de bom ao seu próximo(?!)...”

O estarrecimento, tanto meu como o dos demais presentes, foi absoluto, pela sabedoria que se fez tão real naquele exato momento.

E desta forma, agora, fica-me muito mais evidente que, a chave e a porta de saída do tenebroso labirinto de nossas consciências, mencionado, há algumas linhas atrás, estão alojadas na forma de como passaremos a encarar, desde já, o desafio de nos aplicarmos, em corpo e alma ao nosso mais próximo semelhante!
__

A porta de saída pode estar mais perto, do que se imagina!
É o desafio de transpor a lei de murphy!
Nós é quem geramos esse super campo magnético, seja para o bem ou indesejavelmente, para o mal.
Na situação atual, o formato pasteurizado da “salvação”, talvez, esteja na inversão de nossos valores e atitudes.

Nota _ * business world : mundo empresarial

Ass.:
BENE-BMFº
13:25h
16/06/2008